Oi :D gente, vim aqui rapidinho pra pedir uma coisa pra vocês. Quem lê meu blog, por favor, me sigam :D é só clicar no botão "Seguir" na NavBar do Blogger. Tá bem do lado da caixinha de pesquisa e do 'Denunciar abuso' . Não custa nada né gente *-* Enfim, obrigada por me acompanharem, por elogiarem e por fazerem propaganda do Sound. Os textos que eu faço, são pra eu desabafar, e ver outros se identificando comigo. É muito bom quando uma coisa que você faz com o coração é valorizada.
Ah, e antes que eu me esqueça, agora, para eu não ficar sem posts novos sempre, eu vou postar músicas, vou postar citações e tal. Vou -claro- colocar sempre o nome do autor no final, para saberem se a citação é minha, se o texto é meu ou de outra pessoa, e as músicas, de quem são.
Então, me sigam, e se puderem, indiquem o Sound. Em breve, outro texto :D
Bjs,

Ah gente *-* to super feliz. Eu ganhei um selo da fofa da Mylena do blog Paixões. Obrigada *-* Agora minhas 7 verdades:
1- Eu tenho um monte de paixões platônicas como o Tom Fletcher.
2- Eu sou sensível, choro de emoção com coisas bonitas e na maioria dos filmes.
3- Sempre tiro uma lição das coisas. Filmes, livros, momentos e etc.
4- Já chorei muuuuuuuuuuito por causa de Harry Potter, que é minha maior paixão.
5- Conheço pessoas que nem sabem que são importantes pra mim.
6- Eu canto o dia inteiro haha
7- Eu gosto sim de HSM e RBD mimimi e músicas antigas como The Beatles e Ramones. HSAIHSIUSHAIUS e sou feliz :***
Os 7 blogs que eu indico são:
1- Paixões
2- Te Pego às 7
3- I want to break free
4- Risos.
5- Minta pra mim
6- Óculos Azuis
7- Make a Wish
Bjs, Mariana (sem a figura porque to no computador da Gi QQQQ)

Alice tinha amigos. Ela gostava deles tanto, que não se via sem eles. Eles eram muito unidos, apesar de toda diferença. Alice sorria só de saber que eles existiam. Ela era feliz, e todos os problemas pareciam sumir enquanto estavam perto.
Até o dia em que o amanhã chegou. Alice se viu desesperada quando viu que a separação era uma condição. Ela sofreu muito, porque ninguém tinha dito a ela que seria tão difícil, que doeria tanto, que machucaria daquele jeito. Nem poderiam. Temos que descobrir algumas coisas, por nossa conta, porque as vezes, não acreditamos. Não acreditamos na intensidade da dor, do sentimento de perda. Alice sentiu na pele que crescer era complicado, mas que dentro de cada um de nós, temos força para superar.
Passado um tempo, Alice viu que a distância daqueles que se mudaram, era pequena se comparada ao tamanho do sentimento. Ela viu que pode fazer novas amizades, e o quão bom isso vai ser, mas que iria ser infinitamente bom manter os antigas. Os caminhos se separam, a vida pega pesado mesmo. Eu diria que é essa a pior parte de crescer: Ver os seus amigos seguirem por outros cantos. Mas Alice teve a certeza de que apesar de tudo, seus amigos eram eternos, e nada poderia tirar isso dela. Eram irrevogavelmente parte da sua história, parte dela mesma.
Dedicado à: Meus eternos amigos, meus anjos. Amo vocês.
Texto: Mariana S. Cardoso, no copy.
Eu queria ser uma música que você gostasse de cantar. Queria ser o vento que te arrepia levemente, ou a água pela qual você fosse sedento. Eu realmente gostaria de ser aquele livro que você leu com tanto carinho. Queria ser seu travesseiro para acompanhar seus sonhos. Queria ser seu desejo, sua exceção.
É realmente terrível afirmar que não posso. Porque você se foi, e me deixou aqui. Sem palavras, sem reações. Só com minhas lágrimas e desejos. Sonhando tolamente. Querendo estar onde você está. Te procurando dentro da minha alma, me agarrando a qualquer lembrança para não te esquecer. O tempo está apagando as pegadas que você deixou em mim. O mundo está girando depressa e arrastando tudo com ele. Não tenho tempo e nem vontade de sofrer. Eu te amei. Eu te quis. E continuo querendo saber o que poderia acontecer se você tivesse ficado, se tivesse uma oportunidade de começarmos uma história feliz. Mas é por curiosidade que minha mente vaga até esses pensamentos e não numa tentativa de masoquismo sentimental.
Hoje, eu vejo que você foi extremamente importante para mim apesar de tudo. Me mostrou que eu posso me superar, e superar as cicatrizes de um amor arruinado.
Texto: Mariana S. Cardoso.
Quebrei o espelho. Me joguei no chão e senti aquelas lágrimas quentes tão conhecidas por mim, jorrarem dos meus olhos. Mais uma vez eu estava ali. No chão frio. Me perguntando porque eu era assim. Me senti impotente. Nada que eu fizesse, ou deixasse de fazer, iria me resgatar daquele breu que me sugava constantemente. Quebrar aquilo que refletia meu horror, meu pesadelo, não havia me deixado mais aliviada. Aquele gesto só confirmava algo que eu já sabia, que eu escondi tão bem dentro da minha alma, dentro da minha ilusão: Eu desprezava cada parte do meu ser.
É engraçado o que a gente pode fazer com a gente mesmo. Podemos nos destruir com poucas palavras, algumas percepções erradas ou com qualquer olhar mau interpretado. Alguns instantes depois de eu me levantar e afastar alguns cacos do meu grande inimigo -agora- estraçalhado, e de me jogar na cama para encarar os pedaços do espelho que refletiam o teto, eu percebi. Percebi algo que eu achei que iria demorar muito mais que alguns minutos de silêncio para entender: As pessoas são só pessoas. Não tem o poder de julgar ninguém. Algumas avaliam as outras pelo exterior porque é só isso que elas mesmas possuem. O seu exterior pode ser impecável, mas não é válido se sua alma é podre, se seu sorriso é hipócrita,ou se seu cérebro não funciona. Todos somos bonitos, de um jeito particular. Somos diferentes. No final, só temos que acreditar em nós mesmos.
Texto: Mariana S. Cardoso
Ernesto era um homem ranzinza. Tinha a idade pelas casas dos quarenta e não via beleza em absolutamente nada.
Acordava as 6:30 hr, olhava através da janela e reclamava do tempo, -fosse ele ensolarado, chuvoso ou até mesmo um tempo fresco - ele nunca estava satisfeito.
Ele era trabalhador e ganhava muito bem , obrigado. Apesar da riqueza, nunca deixou sua casa mediana. Ele mal comprava nada. Ernesto não gostava suficiente de alguma coisa a ponto de querer possuí-la. Não tinha amigos e perdera contato com a família. Era o tipo de pessoa que não tinha razões para viver. Ele era tão normal, tão desinteressante que nem pensamentos suicidas se passavam pela sua mente. Seria drama demais. Ernesto não gostava de exageros. Ele nem gostava de "medianices" para ser honesta.
Até o dia em que ele viu a Ana passar pela mesa de seu trabalho. Ana tinha 38 primaveras muito bem vividas. Viajou o mundo, conheceu pessoas importantes -não personalidades mundiais e sim amigos para carregar no coração- , e tudo que alguém alegre e inquieta demais como ela poderia querer. Ela não era rica, não decidiu que faculdade faria, de primeira, e até hoje ela não sabe o que quer ser. Interessante até o último fio de cabelo e intensa ao extremo, a desmiolada logo se apaixonou por Ernesto, seu oposto, que também sentiu o mesmo.
A história só termina no dia em que eles não estiverem mais entre nós, mas posso dizer que depois que Ernesto encontrou a Ana, um mundo mais colorido e esplendido se abriu para extinguir o motivo de todo aquele mau-humor: A solidão.
Texto: Mariana S. Cardoso
Não consigo distinguir o domingo de segunda. Os dias passam iguais. A cama desforrada, o som que não reproduz nenhum timbre de voz melodioso, um porta-retrato sem imagem alguma. A vida tem passado imperceptível por mim. O tempo não está curando o meu amor. O vento não está espalhando os pedaços das minhas asas quebradas. Elas continuam aqui, caçoando da minha queda, arremessando verdades cortantes que me transformam em desilusão.
Definitivamente eu não consigo achar mais graça no brilho constante da lua. Não consigo sorrir ao ver as folhas alaranjadas pelo outono dançarem numa árvore após a breve ventania. Nem percebo mais o desenrolar dessas cenas; Passo mais tempo tentando criar coragem para seguir em frente. Talvez amanhã eu coloque alguns discos velhos para tocar e comece a recolher os pedacinhos das minhas -um vez inteiras - asas que me permitiram acariciar as nuvens. Mas nessa noite em que as gotas de chuva batem incessantemente na minha janela, me deixe pela última vez afogar-me na culpa e ilusão.
Texto: Mariana S. Cardoso